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	<description>Dr. André Fernandes Pires - ortopedista especialista em mão - tratamento clínico e cirurgia</description>
	<lastBuildDate>Wed, 28 Apr 2021 11:53:57 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Tenossinovite de  De Quervain</title>
		<link>https://andrepiresmao.com.br/tenossinovite-de-de-quervain/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. André Fernandes Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2021 11:46:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[abdutor longo do polegar]]></category>
		<category><![CDATA[compressa de gelo]]></category>
		<category><![CDATA[dor no polegar]]></category>
		<category><![CDATA[dor no punho]]></category>
		<category><![CDATA[extensor curto do polegar]]></category>
		<category><![CDATA[fisioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[movimento de pinça]]></category>
		<category><![CDATA[órtese]]></category>
		<category><![CDATA[tendão]]></category>
		<category><![CDATA[tenossinovite de De Quervain]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tenossinovite pode acometer qualquer tendão do corpo e existe uma em particular que acomete o primeiro compartimento extensor (extensor curto do polegar e abdutor longo do polegar) que resulta em dor no punho e no polegar com a incapacidade para realizar a pinça.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A tenossinovite pode acometer qualquer tendão do corpo e existe uma em particular que acomete o primeiro compartimento extensor (extensor curto do polegar e abdutor longo do polegar) que resulta em dor no punho e no polegar com a incapacidade para realizar a pinça.</p>



<p>É mais frequente em mulheres na idade adulta (30-50 anos) ou durante a amamentação.</p>



<p>Na representação abaixo temos os dois tendões que são acometidos nessa doença.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="300" height="334" src="https://andrepiresmao.com.br/wp-content/uploads/2021/04/tenossinovite-de-quervain.jpg" alt="" class="wp-image-391" srcset="https://andrepiresmao.com.br/wp-content/uploads/2021/04/tenossinovite-de-quervain.jpg 300w, https://andrepiresmao.com.br/wp-content/uploads/2021/04/tenossinovite-de-quervain-269x300.jpg 269w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Tratamento</h2>



<p>Inicialmente se faz o tratamento conservador:</p>



<ul><li> anti-inflamatórios, corticoide</li></ul>



<ul><li>compressa de gelo e uso da órtese que imobilize o polegar e o punho</li></ul>



<ul><li>fisioterapia</li></ul>



<p>Caso o tratamento conservador não seja suficiente, está indicado o tratamento conservador que consiste na liberação dos tendões do compartimento.</p><p>The post <a href="https://andrepiresmao.com.br/tenossinovite-de-de-quervain/">Tenossinovite de  De Quervain</a> first appeared on <a href="https://andrepiresmao.com.br">andrepiresmao.com.br</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Síndrome do Túnel do Carpo</title>
		<link>https://andrepiresmao.com.br/sindrome-do-tunel-do-carpo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. André Fernandes Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2021 11:36:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[anular]]></category>
		<category><![CDATA[atrofia da musculatura]]></category>
		<category><![CDATA[choque]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[eletroneuromiografia]]></category>
		<category><![CDATA[flexor longo do polegar]]></category>
		<category><![CDATA[flexores superficiais e profundos dos dedos]]></category>
		<category><![CDATA[formigamento]]></category>
		<category><![CDATA[fraqueza da flexão]]></category>
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		<category><![CDATA[médio]]></category>
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		<category><![CDATA[órteses]]></category>
		<category><![CDATA[polegar]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome compressiva]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome do túnel de carpo]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento cirúrgico]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento clínico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A sindrome do túnel do carpo é uma doença considerada a síndrome compressiva dos membros superiores mais comum.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading">Sabe o que é Sindrome do Túnel do Carpo?</h2>



<p>A síndrome do túnel do carpo é uma doença considerada a síndrome compressiva dos membros superiores mais comum. </p>



<p>Se manifesta com queixas de formigamento e dores nas mãos, mais precisamente acomete o polegar, indicador, médio e metade radial do anular.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que as mãos formigam?</h2>



<p>A sensibilidade da pele se dá pela inervação dos nervos sensitivos que enviam as informações de tato, temperatura e dor ao cérebro. E no punho na região do túnel do carpo está contido as seguintes estruturas: Flexores superficiais e profundos dos dedos, flexor longo do polegar e o nervo mediano.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="372" height="424" src="https://andrepiresmao.com.br/wp-content/uploads/2021/04/sindrome-do-tunel-do-carpo.jpg" alt="" class="wp-image-386" srcset="https://andrepiresmao.com.br/wp-content/uploads/2021/04/sindrome-do-tunel-do-carpo.jpg 372w, https://andrepiresmao.com.br/wp-content/uploads/2021/04/sindrome-do-tunel-do-carpo-263x300.jpg 263w" sizes="(max-width: 372px) 100vw, 372px" /></figure>



<p><a href="https://2.bp.blogspot.com/-9Sz-TleOi-0/UVnjnTysezI/AAAAAAAAAEY/h88oN-lSz6I/s1600/Slide1.jpg"></a></p>



<p>E na figura acima está representado um desenho esquemático da abordagem por via aberta na figura superior e na inferior apenas os elementos internos que compõe o túnel do carpo.</p>



<p>Numa situação em que há um aumento da pressão dentro do túnel do carpo o nervo mediano começa a ter um sofrimento tecidual que em resposta se traduz pelo formigamento e dor.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tem outros sintomas?</h2>



<p>Além do formigamento e dor em choque que corre pelos dedos, pode também estar associado a uma fraqueza da flexão dos dedos e atrofia da musculatura tenar (região do polegar) e em casos mais avançados lesões ulcerativas nas pontas dos dedos devido o déficit sensitivo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tem uma causa clara da doença?</h2>



<p>Considerado em grande maioria idiopático, mas sabe se que é 5 vezes mais comum em mulheres. Em geral acomete dos 30 aos 60 anos e tem relação com o sobrepeso/obesidade. Existem fatores de risco para o desenvolvimento da doença: fratura do punho, diabetes, infecção, tumores, alterações tireoidianas, amiloidose, anatomia anormal, gestação(após a lactação melhoram os sintomas) e trabalhadores submetidos a traumas vibratórios.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Existe exames para diagnosticar?</h2>



<p>O diagnóstico é clinico, em outras palavras se o médico tem as queixas bem características e associado ao exame físico do punho com sinais de irritação e choque ao percutir o nervo está fechado o diagnóstico e pode confirmar o diagnóstico com um exame de eletroneuromiografia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual o tratamento?</h2>



<p>Temos 2 possibilidades:</p>



<ul><li>tratamento clínico em casos leves com o uso de órteses imobilizando o punho, analgésicos comuns, anti-inflamatórios não hormonais, corticoides e medicações para dor neuropáticas (gabapentina ou pregabalina).</li></ul>



<ul><li>tratamento cirúrgico: é a liberação do túnel do carpo por via aberta através de uma incisão de 3 cm no punho ou por via endoscópica com a abertura de 1cm na prega do punho. Ambas as técnicas tem suas vantagens e desvantagens.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">Pode ter complicações a cirurgia?</h2>



<p>O procedimento cirúrgico pode ter complicações relacionados a anestesia, infecção da ferida operatória e lesão do nervo mediano ao abordar(&lt;1%).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Em quanto tempo volto para as atividades normais?</h2>



<p>A resposta é: depende, mas em geral as atividades habituais em 10 dias e atividades esportivas em 30 dias.</p><p>The post <a href="https://andrepiresmao.com.br/sindrome-do-tunel-do-carpo/">Síndrome do Túnel do Carpo</a> first appeared on <a href="https://andrepiresmao.com.br">andrepiresmao.com.br</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lesão dos Nervos Periféricos</title>
		<link>https://andrepiresmao.com.br/lesao-dos-nervos-perifericos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. André Fernandes Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2021 11:21:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[compressões infecciosas]]></category>
		<category><![CDATA[dormência]]></category>
		<category><![CDATA[ferimentos cortantes]]></category>
		<category><![CDATA[lesão dos nervos periféricos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os nervos periféricos são estruturas nervosas que estão ao longo do nosso corpo e tem o papel de transmitir informações do cérebro para os órgãos e vice-versa.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os nervos periféricos são estruturas nervosas que estão ao longo do nosso corpo e tem o papel de transmitir informações do cérebro para os órgãos e vice-versa.</p>



<p>As lesões dos nervos periféricos podem se manifestar basicamente com dois sintomas: dormência de uma determinada área ou ausência de contração muscular.</p>



<p>A causa mais comum dessas lesões são: ferimentos cortantes, compressões e infecciosas.</p>



<p>O diagnóstico precoce é importante um bom prognóstico do reparo.</p><p>The post <a href="https://andrepiresmao.com.br/lesao-dos-nervos-perifericos/">Lesão dos Nervos Periféricos</a> first appeared on <a href="https://andrepiresmao.com.br">andrepiresmao.com.br</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lesão do Plexo Braquial</title>
		<link>https://andrepiresmao.com.br/lesao-do-plexo-braquial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. André Fernandes Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2021 11:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[compressão]]></category>
		<category><![CDATA[infecção viral]]></category>
		<category><![CDATA[lesão do plexo braquial]]></category>
		<category><![CDATA[traumas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O plexo braquial é o conjunto de nervos que saem da coluna cervical em direção para o membro superior. Como se fosse um conjunto de fios que conectam os músculos e pele no nosso cérebro.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O plexo braquial é o conjunto de nervos que saem da coluna cervical em direção para o membro superior. Como se fosse um conjunto de fios que conectam os músculos e pele no nosso cérebro.</p>



<p>Esses nervos tem como papel o controle da contração muscular e consequentemente do controle dos movimentos do membro superior. Além da parte motora temos também a parte sensitiva.</p>



<p>A lesão do plexo braquial pode acontecer de diversas causas:</p>



<ul><li>traumático(acidentes de moto, queda de altura, ferimento por arma branca, ferimento por arma de fogo)</li><li>compressão(tumores, variações anatômicas)</li><li>infeccioso(infecção viral)</li></ul>



<p>É de suma importância o diagnóstico precoce para o planejamento adequado do tratamento. Em geral dependendo da causa da lesão podemos atuar cirurgicamente nos nervos em até 1 ano de lesão.</p><p>The post <a href="https://andrepiresmao.com.br/lesao-do-plexo-braquial/">Lesão do Plexo Braquial</a> first appeared on <a href="https://andrepiresmao.com.br">andrepiresmao.com.br</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fratura do Punho</title>
		<link>https://andrepiresmao.com.br/fratura-do-punho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. André Fernandes Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Apr 2021 01:44:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[fios de aço percutâneo]]></category>
		<category><![CDATA[fratura do punho]]></category>
		<category><![CDATA[fratura do radio distal]]></category>
		<category><![CDATA[placa com parafusos bloqueados]]></category>
		<category><![CDATA[placa em ponte]]></category>
		<category><![CDATA[quedas]]></category>
		<category><![CDATA[radio]]></category>
		<category><![CDATA[traumas]]></category>
		<category><![CDATA[ulna distal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As fraturas que acometem o punho (radio e ulna distal) tem um comportamento bimodal, em outras palavras acontecem em dois períodos da vida.</p>
<p>The post <a href="https://andrepiresmao.com.br/fratura-do-punho/">Fratura do Punho</a> first appeared on <a href="https://andrepiresmao.com.br">andrepiresmao.com.br</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As fraturas que acometem o punho (radio e ulna distal) tem um comportamento bimodal, em outras palavras acontecem em dois períodos da vida. Nos adultos jovens decorrente a trauma de alta energia (acidente de carro ou queda de altura) e em idosos devido a queda da própria altura. Nos idosos a fratura do punho é uma das mais frequentes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Podemos evitar?</h2>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-1 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="320" height="427" src="https://andrepiresmao.com.br/wp-content/uploads/2021/04/fratura-do-punho-1.jpg" alt="fratura do punho - imagem 1" class="wp-image-282" srcset="https://andrepiresmao.com.br/wp-content/uploads/2021/04/fratura-do-punho-1.jpg 320w, https://andrepiresmao.com.br/wp-content/uploads/2021/04/fratura-do-punho-1-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 320px) 100vw, 320px" /></figure></div>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p>A prevenção das quedas é a principal forma de evitar uma fratura&nbsp; no idoso, podemos citar algumas abordagens de prevenção: ambientais, farmacológica e fortalecimento muscular.</p>



<p>No controle farmacológico, o médico que acompanha o idoso sempre tem que tomar cuidado para evitar medicamentos que deixem o idoso muito sonolento e nessa situação aumenta a chance de quedas.</p>



<p>As medidas ambientais são relacionadas a dinâmica da casa, evitar tapetes que fazem os idosos tropeçarem, luz de baixa intensidade a noite no caminho para o banheiro, evitar determinados chinelos, barras de apoio no banheiro.</p>



<p>O fortalecimento muscular é muito importante no idoso, na prática devemos orientar o idoso fortalecer a musculatura responsável pelos movimentos de sentar, levantar, equilíbrio da marcha.</p>
</div>
</div>



<h2 class="wp-block-heading">É grave essa fratura?</h2>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-2 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="381" height="209" src="https://andrepiresmao.com.br/wp-content/uploads/2021/04/fratura-do-punho-3.jpg" alt="fratura do punho - imagem 2" class="wp-image-283" srcset="https://andrepiresmao.com.br/wp-content/uploads/2021/04/fratura-do-punho-3.jpg 381w, https://andrepiresmao.com.br/wp-content/uploads/2021/04/fratura-do-punho-3-300x165.jpg 300w" sizes="(max-width: 381px) 100vw, 381px" /></figure></div>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p>A fratura do punho se não tratada adequadamente pode ser grave, pois resulta em sequelas permanentes.</p>



<p>A função do punho é resultante da relação entre os ossos do antebraço (rádio e ulna) e os ossos do carpo. Esses ossos tem um arranjo especifico que proporciona o movimento rotacional do antebraço (pronossupinação) e o movimento de flexão e extensão do punho.</p>



<p>É importante salientar que o movimento de rotação do antebraço é necessário em várias atividades habituais (higiene pessoal, abrir a porta, virar a chave, etc).</p>
</div>
</div>



<p><a href="https://1.bp.blogspot.com/-wUZaET9Y0Nc/UWISREm37eI/AAAAAAAAAF8/5YRDEWR6IOE/s1600/Slide1.jpg"></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual o tratamento?</h2>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-3 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://andrepiresmao.com.br/wp-content/uploads/2021/04/fratura-do-punho-4.jpg" alt="fratura do punho - imagem 3" class="wp-image-284" width="209" height="382" srcset="https://andrepiresmao.com.br/wp-content/uploads/2021/04/fratura-do-punho-4.jpg 209w, https://andrepiresmao.com.br/wp-content/uploads/2021/04/fratura-do-punho-4-164x300.jpg 164w" sizes="(max-width: 209px) 100vw, 209px" /></figure></div>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p>A fratura do punho pode ter vários padrões, desde fraturas de traço simples até fraturas complexas com vários fragmentos. Assim o tratamento deve ser ajustado para cada tipo de fratura.</p>



<p>O importante é o paciente e os familiares entenderem que a relação entre os ossos do punho deve ser corrigido da melhor maneira possível e os métodos para alcançar isso são vários.</p>
</div>
</div>



<h2 class="wp-block-heading">O gesso ainda é usado?</h2>



<p>As fratura que não tem desvio ou desvio mínimo pode ser empregado o gesso no tratamento e em média são 6 semanas de imobilização e em geral o paciente fica com rigidez do punho e dificuldade para rodar o antebraço. Com isso há a necessidade da reabilitação com a terapia ocupacional ou fisioterapia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais opções de cirurgia?</h2>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-4 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://andrepiresmao.com.br/wp-content/uploads/2021/04/fratura-do-punho-5.jpg" alt="" class="wp-image-285" width="381" height="209" srcset="https://andrepiresmao.com.br/wp-content/uploads/2021/04/fratura-do-punho-5.jpg 381w, https://andrepiresmao.com.br/wp-content/uploads/2021/04/fratura-do-punho-5-300x165.jpg 300w" sizes="(max-width: 381px) 100vw, 381px" /></figure></div>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p>Basicamente podemos ter algumas opções de tratamento cirúrgico:</p>



<ul><li>&nbsp;fios de aço percutâneo</li><li>fixador externo</li><li>placa em ponte</li><li>placa com parafusos bloqueados</li></ul>



<p>Esses métodos depende do tipo de fratura para o emprego de cada método.</p>



<p>Abaixo temos um exemplo de fratura do rádio distal com o emprego de placa e parafuso bloqueado:</p>
</div>
</div>



<h2 class="wp-block-heading">Pode ter sequela?</h2>



<p>Independente da opção terapêutica (gesso ou cirurgia) podemos ter como sequela a limitação da flexão e extensão do punho em algum grau.</p><p>The post <a href="https://andrepiresmao.com.br/fratura-do-punho/">Fratura do Punho</a> first appeared on <a href="https://andrepiresmao.com.br">andrepiresmao.com.br</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Deformidades Congênitas</title>
		<link>https://andrepiresmao.com.br/deformidades-congenitas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. André Fernandes Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Apr 2021 00:37:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[deformidades congênitas]]></category>
		<category><![CDATA[duplicação do polegar]]></category>
		<category><![CDATA[polidactilia]]></category>
		<category><![CDATA[sindactilia]]></category>
		<category><![CDATA[união de dois ou mais dedos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Polidactilia é a presença de dedos extra-numerários e podem ocorrer nas mãos e nos pés. Sindactilia é uma situação em que a criança nasce com uma união de dois ou mais dedos.</p>
<p>The post <a href="https://andrepiresmao.com.br/deformidades-congenitas/">Deformidades Congênitas</a> first appeared on <a href="https://andrepiresmao.com.br">andrepiresmao.com.br</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading">Polidactilia</h2>



<p>A presença de dedos extra-numerários podem ocorrer nas mãos e nos pés.</p>



<p>A polidactilia mais comum é a que acomete o 5˚ dedo em podemos ter duas situações:</p>



<ul><li>dedos bem formados; </li></ul>



<ul><li>dedos rudimentares.</li></ul>



<p>Nesses casos é importante avaliar a função dos dedos para optar pela melhor correção.</p>



<p>Pode acontecer a polidactilia dos dedos centrais e esses podem estar em associação com sindactilia e é importante avaliar qual o impacto da remoção desse dedo.</p>



<p>E por fim podemos ter a presença da duplicação do polegar. O acometimento do polegar é muito variado, em outras palavras podemos ter a duplicação apenas da “ponta do dedo” até a duplicação total do dedo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sindactilia</h2>



<p>A sindactilia é uma situação em que a criança nasce com uma união de dois ou mais dedos.</p>



<p>Podemos ter uma união completa ou parcial apenas da pele e podemos ter a fusão das falanges.</p>



<p>O tratamento cirúrgico tem como finalidade a separação dos dedos respeitando a anatomia e a função do dedo.</p><p>The post <a href="https://andrepiresmao.com.br/deformidades-congenitas/">Deformidades Congênitas</a> first appeared on <a href="https://andrepiresmao.com.br">andrepiresmao.com.br</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Dedo em Gatilho</title>
		<link>https://andrepiresmao.com.br/dedo-em-gatilho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. André Fernandes Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2021 11:19:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[dedo em gatilho]]></category>
		<category><![CDATA[estenosante]]></category>
		<category><![CDATA[órtese]]></category>
		<category><![CDATA[polia a1]]></category>
		<category><![CDATA[tenossinovite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O dedo em gatilho ou tenossinovite estenosante é uma condição em que a pessoa apresenta  o dedo “travado“,  em outras palavras, ao fletir o dedo o mesmo fica travado em flexão.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O dedo em gatilho ou tenossinovite estenosante é uma condição em que a pessoa apresenta  o dedo “travado“,  em outras palavras, ao fletir o dedo o mesmo fica travado em flexão. O paciente pode ficar com o dedo travado e destravar com ou sem ajuda da outra mão. Em casos mais graves o dedo pode ficar permanentemente esticado ou fletido sem mobilidade. </p>



<p>É mais comum em mulheres após os 40 anos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que acontece isso?</strong></h2>



<p>Primeiro de tudo devemos entender com funciona o mecanismo de movimentação do dedo da mão. Basicamente temos elementos que fazem parte do mecanismo flexor e extensor dos dedos. E o problema do gatilho acontece na transição da palma da mão com dos dedos na região palmar do mecanismo flexor na polia A1.</p>



<p>Na foto abaixo podemos ver que os tendões que fazem o dedo fletir eles estão passando por dentro de túneis que damos o nome de polias.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="427" height="310" src="https://andrepiresmao.com.br/wp-content/uploads/2021/04/dedo-em-gatilho.jpg" alt="Dedo em gatilho" class="wp-image-193" title="Dedo em gatilho" srcset="https://andrepiresmao.com.br/wp-content/uploads/2021/04/dedo-em-gatilho.jpg 427w, https://andrepiresmao.com.br/wp-content/uploads/2021/04/dedo-em-gatilho-300x218.jpg 300w" sizes="(max-width: 427px) 100vw, 427px" /></figure>



<p><a href="https://2.bp.blogspot.com/-RxUZw-nrA6w/Wtv1ZuzKHKI/AAAAAAAABHU/kFi3m0EQMioU6ntHaZHkmNc-_63uO43KQCLcBGAs/s1600/lesao-escalada-dedo.jpg"></a></p>



<p>Então o problema é basicamente quando o espaço da&nbsp;<strong>polia A1</strong>&nbsp;está diminuído e com isso os tendões flexores ficam apertados e dificulta a sua movimentação.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que fazer?</strong></h2>



<p>Muitos casos já chegam no consultório basicamente em dois estágios, quando começa a engatilhar e o paciente consegue esticar fazendo uma força e sentindo o estalido ou precisa usar a outra mão para esticar o dedo.</p>



<p>Nessa situação o cirurgião de mão pode optar pelo tratamento cirúrgico inicial. Em caso leves em que o único sintoma é dor na topografia (local) da polia A1 o cirurgião pode optar pela infiltração de corticoide e uso de órteses.</p>



<p>Em casos mais severos e tardios o dedo pode se apresentar fletido e fixo na posição ou travado esticado e nessa situação é mandatório o tratamento cirúrgico e nessa situação o paciente pode evoluir com limitação do movimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual o tratamento?</strong></h2>



<p>Em casos leves apenas com sintomas de dor podemos optar por apenas realizar a infiltração de corticoide e xilocaína na polia A1.</p>



<p>Já em casos em que já está presente o engatilhamento do dedo é melhor realizar o procedimento cirúrgico com a liberaçãoo da polia A1.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tempo de recuperação?</strong></h2>



<p>Com a infiltração apenas o repouso do dedo por um dia é o suficiente e no dia seguinte retorna as atividades habituais.&nbsp; &nbsp; </p>



<p>&nbsp;Já nos casos submetidos as tratamento cirúrgico devemos orientar o paciente manter o os cuidados locais da ferida de 7 a 10 dias até a retirada dos pontos e com 15 dias de pós cirúrgico já pode voltar as atividades habituais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Pode recidivar?</strong></h2>



<p>Quando é realizado a cirurgia e liberado por completo a polia A1 não há casos de recidiva. Já nos casos que o paciente é submetido a infiltração os sintomas podem voltar e nesse caso é mandatório o tratamento cirúrgico.</p><p>The post <a href="https://andrepiresmao.com.br/dedo-em-gatilho/">Dedo em Gatilho</a> first appeared on <a href="https://andrepiresmao.com.br">andrepiresmao.com.br</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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